Acadêmicos de Arquitetura e Urbanismo da Facimed visitam o Forte Príncipe da Beira

Acadêmicos de Arquitetura e Urbanismo da Facimed visitam o Forte Príncipe da Beira

A excursão fez parte das atividades desenvolvidas no ArqTec, que este ano abordou sobre o valor do patrimônio histórico e cultural

O curso de Arquitetura e Urbanismo da Faculdade de Ciências Biomédicas de Cacoal (Facimed), promoveu a 2º edição do ArqTec, que tem como objetivo reunir os estudantes para debater as atividades desenvolvidas na área de planejamento e projeto, tanto práticas, quanto tecnológicas.

Neste ano foi abordado no evento, o valor do patrimônio histórico e cultural, valorizando o legado herdado do passado e que é transmitido a gerações futuras, com palestras e atividades práticas. “Historicamente os arquitetos e urbanistas desempenham um papel determinante na conceituação do campo do patrimônio histórico e cultural e no desenvolvimento de metodologias e técnicas de preservação. Assim como na estruturação das organizações do poder público e da sociedade civil dedicadas a proteger e promover os bens históricos, assegurando sua permanência e usufruto para as gerações presentes e futuras”, destacou a Coordenadora do curso, Nadine Lessa.

Durante o ArqTec, os acadêmicos também tiveram a oportunidade de participar de uma excursão com destino ao Forte Príncipe da Beira, localizado no município de Costa Marques. Por lá, os estudantes conheceram um importante marco na história de Rondônia no período imperial, um dos poucos patrimônios efetivamente tombados pelo Instituto do Patrimônio Historio e Artístico Nacional (IPHAN) no estado.

A arquitetura militar do Forte construído para demarcar território, foi algo que chamou a atenção do acadêmico Matheus Henrique Dalla Costa, do 6º período de arquitetura. “Visitar o Forte foi como se estivéssemos tocando na história, entendendo como aquilo tudo foi construído numa época em que eram utilizados pedras e barro e hoje ainda encontrar uma estrutura em pé, foi fascinante para nós, é como se estivéssemos vivendo aquilo tudo bem de perto”, ressaltou o estudante.