Palestra sobre sexualidade é realizada por acadêmicos de Medicina da Facimed em escola de Cacoal

A discussão entre jovens, contribui para que eles se tornem mais conscientes e responsáveis ao terem conhecimento sobre o corpo

Estudos realizados por profissionais na área da Sexualidade demonstram que a educação sexual, diferente do que muitos pensam, não estimula a prática do sexo, não antecipa a idade do primeiro contato sexual, nem tão pouco aumenta a incidência de gravidez ou aborto entre adolescentes. Na realidade, a discussão do assunto entre jovens contribui para que eles se tornem mais conscientes e responsáveis ao terem conhecimento sobre seus corpos e os direitos sexuais. 

O tema vem sendo discutido em escolas no Brasil, o papel de profissionais da saúde tem sido fundamental para informações sobre a sexualidade. Acadêmicos de Medicina da Faculdade de Ciências Biomédicas de Cacoal (Facimed) que participam da IFMSA Brasil Facimed (Federação Internacional de Associações de Estudantes de Medicina) e Liga de Ginecologia e Obstetrícia da Facimed (LAGOF), realizaram uma ação na Escola Estadual Clodoaldo Nunes de Almeida, com adolescentes do 1º ano do ensino médio. Os futuros Médicos conversaram com os alunos e tiraram dúvidas sobre o que eles entendiam sobre sexualidade, mudanças no período da puberdade, infecções sexualmente transmissíveis e contracepção.

“Adolescência é a fase que marca a transição entre a infância e a idade adulta. Neste período heterogêneo inúmeras alterações físicas, mentais e sociais estão presentes, uma dessas mudanças é a chegada da puberdade acompanhada das descobertas sexuais. Muitos indivíduos iniciam a vida sexual na adolescência sem nenhuma ou pouquíssima orientação, por este ser um tema considerado tabu pela sociedade, uma iniciação sexual alheia de direcionamento pode comprometer projetos de vida e até mesmo a saúde, visto que situações como gravidez precoce, aborto, transmissão de infecções sexualmente transmissíveis, distúrbios psicológicos e sociais não são difíceis de ser encontrados”, explicou a acadêmica de Medicina, Livian Gonçalves Teixeira Mendes de Amorim.